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Trump e Hillary estão empatados nas pesquisas de opinião. Mas, Hillary está muito à frente de Trump pela corrida pra Residência Branca. Este paradoxo resulta do minucioso desenho dos “founding fathers”, os pais da Constituição dos Estados unidos, para montar uma democracia indireta, que domesticasse os arroubos da população.


Eles queriam um sistema que mantivesse o poder no centro, sem grandes desvios extremistas. Nos EUA contam-se votos e delegados, no entanto quem define a vitória são os delegados e, em última instância, o Congresso. Se fosse no Brasil, onde o voto indireto tem um sabor amargo da tirania que nutria a hedionda máquina de tortura e morte nos porões do poder, diríamos que nossos presidentes seriam todos biônicos.


Não temos dúvidas na democracia direta, do voto popular, inclusive até quando manipulado pelos truques da marquetagem. Esta poderá ser a segundo eleição contemporânea nos EUA, na qual haverá, talvez, discrepância aguda entre o voto popular — se este acompanhar a tendência mostrada nas pesquisas de avaliação — e o voto dos delegados. A outra, foi a primeira eleição de George W. Bush, que perdeu nas urnas para Al Gore, entretanto ganhou na contagem de delegados, referendada pelo Congresso. Como se oferece este paradoxo fundador? O voto é majoritário-distrital, desta forma, quem tem mais votos leva todos os delegados do distrito. Logo, quem tem vantagem no distrito, leva 100% dos “votos eleitorais”. O número de “votos eleitorais” varia por distritos. Trump lidera em muitos distritos com menor número de “votos eleitorais”. Hillary está à frente em inúmeros dos grandes.

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Entre os “swing states”, os que definirão a eleição, há numerosos desses “superdistritos”. É neles que se decidirá quem irá pra Residência Branca. Hillary é favorita menos por tua qualidades ou pelo acerto de sua estratégia na campanha, do que pelos erros de Trump. Segundo Nate Silver, autor das previsões mais precisas das eleições nos Estados unidos, a vantagem de Clinton nas pesquisas está declinando.


Porém, seus votos eleitorais são bastante seguros e ela tem vantagem suficiente, mesmo em declínio, nos estados que definirão o pleito para receber. Hoje, ele fornece a Hillary 70% de possibilidade de vitória, contra 30% para Trump. Se Hillary ocupar os “votos eleitorais” que necessita, seria, talvez, mais acertado expor que Trump perdeu, do que foi derrotado. A vontade dos “founding fathers” parece que, outra vez será atendida pelo sistema que desenhado, levando à presidência a candidata Democrata, que está mais ao centro, e alijando o Republicano, que foi para a extrema direita.


Mas, uma pessoa poderia argumentar, Bush júnior não era mais extremado do que Al Gore? Gore estava à esquerda de Bill Clinton. Bush, em comparação com o ex-presidente estava muito à direta do centro. Porém ele era um republicano “do sistema”. Pai ex-presidente, irmão governador. Gore tinha um discurso sobre mudança climática muito além do que a média do eleitorado estava disposta a aceitar. A maioria ainda concordava com Bush, que negava a existência da ameaça do aquecimento provocada pela ação humana.


É possível narrar que Bush júnior estava mais ao centro que, naquele momento estava deslocado um pouco mais para a direita. A polarização, porém, revelada nas pesquisas nacionais não podes ser subestimada. Se Hillary vencer, como é viável, vai ter que enfrentá-la. No epicentro dessa divisão está a pergunta do emprego de jovens, da imigração e do terrorismo. Esses são os três grandes eixos de angústia pela grande maioria dos países do G20.


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